Minhas Histórias - A menina do Correio

Ela foi a minha primeira fêmea completa. Eu tinha 18 anos quando esse furacão passou pela minha vida.

Foi com essa moça que eu aprendi sobre a coisa natural e verdadeira. Foi com ela que a fera em mim veio à tona pela primeira vez. Era algo absolutamente insano e natural.

Ela era funcionária de uma agência dos Correios de minha cidade. Precisamente caixa. Eu ia à agência com certa regularidade para enviar cartas e para comprar selos para minha coleção (é... eu também já era um colecionador compulsivo).


Tinha 25 anos, casada, inteligente, linda. A primeira mulher que experimentei com corpão daqueles que parecem de éguas puro sangue. Perfeita em tudo, nas curvas e formas, na maciez da pele morena, no cheiro, naqueles olhos castanho-claros quase verdes, aquela boca carnuda que se entreabria sempre que me via.

E era assim. Eu ia ao correio, encostava-me no caixa, e começava o jogo. Nossos olhares se cruzavam, ela mordia suavemente os lábios carnudos. Eu sentia que minha presença acendia aquela mulher. Ela se contorcia de forma muito sutil, incomodada, como se o assento tivesse pregos. Não conseguia achar uma posição.

Dois fatos marcantes ocorreram com ela além do fato de ter percebido a existência desse fogo selvagem. Um foi a nossa estréia e o outro foi uma fantasia dela... a primeira fantasia de uma fêmea que realizei. 

De vez em quando almoçávamos juntos. Num desses dias o rumo seria outro e a refeição diferente para mim. Meu primo tinha acabado de adquirir uma sala comercial próximo ao trabalho dela. Ele me emprestou a chave e foi para lá que levei.

Ela estava simplesmente magnífica. A fêmea perfeita finalmente entrava na minha vida. Nos atracamos com tanta violência no final estávamos completamente exauridos e lanhados de unhadas e pegadas.

Eu me sentei no chão encostado na parede e ela se sentou em mim... Ficamos ali nos devorando por um tempo enorme. Ela gozava furiosa, sem parar, e eu ali, alucinado com aquilo tudo cavalgando em cima de mim. Gozei uma, duas e, como raramente aconteceu na minha vida, três vezes sem parar.

Como ela era casada nos encontrávamos nas brechas, nos intervalos e nas esquinas. E sempre nos devorávamos furiosamente. 

Um dia ela me falou que tinha uma fantasia sexual. Queria ser dominada, amarrada e violentada. Queria sentir a simulação de ser pega na marra, queria lutar e resistir, brigar e tentar fugir. E assim foi feito.

Sabia que o elemento surpresa seria essencial então propositalmente deixei que se passassem alguns dias.... e alguns encontros. E quando ela já tinha esquecido e menos esperava... foi num hotel barato, numa tarde e num quarto afastado, pois sabia que iria fazer algum barulho no processo.

Logo que entramos já a peguei pelos cabelos, completamente desprevenida e tampei a sua boca com força. Ela não sabia quando nem onde ia ser. O habitual era uma fugidinha para uma boa transa. A segurei pela boca enquanto explorava seu corpo com a outra mão furiosamente. Ela se debatia e tentava em vão gritar.

Enquanto ela me unhava desesperadamente, arrastei-a para a cama e ainda segurando a boca a coloquei de costas. A minissaia subiu um pouco expondo parte daquele corpo maravilhoso e escultural. Montei nas costas dela sobre os braços assim ficando com as mãos livres para amordaçá-la. Enfiei um lenço enrolado em sua boca e o fixei com uma tira de pano que envolva a cabeça. Apertei bem e fiz um nó bem forte.

Quando desmontei, ela ensaiou uma fuga correndo pelo quarto tentando tirar a mordaça, só que esta estava muito bem feita. Eu a alcancei em segundos depois de brincar de gato e rato. Rasguei a blusinha e o sutiã e a joguei de volta na cama montando em cima dela novamente. 

Dessa vez montado sobre os ombros eu a mantinha imobilizada com os braços para trás, prontos para as cordas. Enquanto amarrava os pulsos, me deliciava vendo aquele corpo perfeito se debatendo e ouvindo seus gritos abafados pela mordaça. Eu já era bem grande e o meu peso fazia com que ela empinasse a bunda mais. A tentação era grande e desferi alguns tapas naquela bunda perfeita que se contraia a cada golpe.

Saí de cima e ela se sentou. Uma visão única que não sai da minha mente até hoje. Ela sentada naquela cama, ofegante, seios desnudos e evidenciados pelos braços nas costas atados pelos pulsos.

Mini saia curtíssima, pernas entreabertas mostrando uma calcinha branca no meio daquelas coxas grossas. Ela ainda estava de meias brancas e tênis. Seu rosto perfeito com a boca tampada pela mordaça que já estava úmida da salivação e gritos.

E seus olhos, deles emanavam um misto de êxtase e terror, algo que nunca mais consegui abrir mão na minha vida. Fiquei na poltrona a frente da cama, com minhas pernas esticadas e apoiando no colchão entre as pernas dela, mantendo-as afastadas, observando aquele corpo se contorcendo, misturando a tentativa de escapar com o tesão explodindo.

Me descobri um pouco voyer ali, me deleitando com a cena em si, com a situação, com a intensidade. Adorei sentir meu coração quase saltando pela boca e o melhor de tudo, uma mulher daquela magnitude em minhas mãos, pronta para o que desse e viesse. Pronta para algo que um dia chamaria de escravidão que liberta.

Foram uns dois ou três minutos que pareciam não ter fim, simplesmente não consegui me precipitar sobre ela imediatamente. Fiquei ali, olhando com os olhos de predador.

Inesperadamente a fúria emergiu completamente e parti para cima dela como se estivesse acabado de achar um Oásis depois de dias perdido no deserto. Um Oásis de tesão e prazer intensos. Meu Oásis. Minha fêmea. Minha nutrição.

A peguei pelos cabelos e a levei de joelhos para o centro da cama. Sem cerimônias arranquei a saia e a calcinha. Amarrei os tornozelos e a deixei de meias e tênis.

Fiquei em pé na cama com ela deitada entre minhas pernas, se debatendo contra as cordas e ainda soltando gritos abafados pela mordaça. Tirei meu cinto de couro e bati. Bati apenas na bunda e com o cuidado de não marcar, afinal ela era casada e as marcas eram o seu limite. 

Em seguida desci da cama e a puxei pelas cordas dos tornozelos até que suas pernas ficassem para fora e ela ficasse ajoelhada no chão e deitada na cama. Era uma cama baixa o que a forçava a ficar numa posição de exposição completa.

Estava encharcada de tesão. E sem dó nem piedade a devorei ali, assim, imobilizada e amordaçada. Ela tinha espasmos de tesão contra as cordas e gritou contra a mordaça como nunca havia gritado antes.

Furiosamente a possui e ela se exauriu completamente com tudo aquilo.

Nosso caso durou ainda mais alguns meses. Pena que foi num momento ruim para ambos. Eu estava começando minha vida profissional e ela no meio de uma relação fadada ao fracasso. Ela se mudou da cidade junto com o marido que tinha sido promovido. Ela se foi. Mas abriu muitas portas na minha mente. A partir dela comecei a ver mais longe.

18 comentários:

  1. Como sempre, me deixou sem fala! Já estava feliz por atender ao meu pedido, agora estou simplesmente maravilhada com o que acabei de ler. Desta vez o Senhor explicitou exatamente o que falta na minha imaginação: o seu lado descontrolado, ameaçador...
    Parabéns e obrigada!

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  2. Anônimo10.2.12

    Foi a primeira vez que visitei este blog. Achei o conto uma delicia, pena que não era eu sendo violentada... Adorei

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  3. Anônimo11.2.12

    Maravilha!!!

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  4. paola rossi4.3.12

    É a primeira vez q entro aqui,amei seus contos
    adoraria ser violentada por ti.amei,estou super excitada,tenho esta fantasia tambem

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  5. Anônimo18.7.12

    Me fascinou!

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  6. Anônimo10.8.12

    primeira vez que visito o blog , visitarei sempre ... adorei

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  7. Anônimo29.11.12

    O que posso dizer? O que pensar? E como agir depois do que li?
    Sinceramente, fiquei sem palavras, e (até dei um profundo suspiro agora - não tens ideia do quanto isso me afetou e, por mais que pareça incrível despertou alguma coisa em mim), nem sei bem o que fazer agora.
    Muitos me rotulam de boba e inocente, mas no meu mais íntimo, tenho um desejo inexplicável de viver o que acabei de ler.
    Não sei bem o que fazer agora. Confesso que estou bem confusa, mas não apago fato de estar me sentindo mais VIVA.
    Senhor Gladius (pelo que entendi, é assim que devo me portar), só posso lhe dizer "Obrigada".
    E um "Obrigada" bem suspeito.
    No fundo gostaria REALMENTE de viver tudo isso com o Senhor.

    #Menina.

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  8. Uauu!! Sua experiência dispensa comentários...

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  9. Anônimo15.3.13

    Depois de uma descrição como esta, percebo que se trata de um Homem de verdade, no sentido mais absoluto da palavra.
    Acredite, é sempre um PRAZER ler os seus textos, e quisera eu poder chama-lo "meu senhor".

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  10. ANDREIA16.7.13

    como sempre delicioso de ler. o que sinto quando leio? um misto de angustia e desejo, vontade de fugir e ao mesmo tempo de estar la, de viver aquilo.um misto de sentimentos inexplicaveis.
    enfim... voce sabe o que provoca nas pessoas.parabens!

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  11. Anônimo29.1.15

    Nossa Amei a Historia...Perfeita e exatamente o que sonhei.....

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  12. Agradeço aos elogios gerais... a história é boa por que é verídica... um dia não ainda vou contar ela toda.

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  13. Melhor história narrada ... Sensação delíciosa em ler. Parabéns . Maria Callas

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  14. Uauuu sem fôlego... Parabéns senhor pela bela história....

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  15. Anônimo6.3.16

    Gladius, que história Envolvente,Estonteante, Eletrizante, Intensa, Perfeita e quente, muito quente rs, achei que isso só realmente acontecesse nos livros que leio, acredito que muitas Mulheres gostariam e merecem passar por algo tão Profundo (em vários sentidos) , não me vejo Sub + torço pra que um dia, quem sabe um dia, eu encontre toda esta explosão de sentimentos e sensações , aí me pergunto, se foi assim nos seus belos 25 aninhos, como seria hj? rsrs (Desculpe, foi inevitável ) Obrigada mais uma vez por compartilhar tantas experiências Incríveis. Bj em seu coração. (SL)

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    1. Sou o mesmo... o mesmo material... a mesma pedra... só que hoje mais lapidado e consequentemente, aprimorado, sofisticado e valorizado com tudo o que uma vida disso tudo pode proporcionar.

      A grande diferença é que naquele tempo esses eventos eram pontuais. Hoje é dia a dia. :)

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  16. Anônimo6.3.16

    Corrigindo vc tinha 18 aninhos .(SL)

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  17. Anônimo13.3.16

    Nossaaaa, é a primeira vez que visito esse blog,alhas nunca visitei algo do tipo,mas ao ler essa história, me senti com tesão,sempre imaginei algo assim comigo,mas com os namorados que tive sempre tive vergonha de falar.

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