Felicidade

O Senhor é feliz?

Fazendo uma conta rápida...

...aos 19 anos eu decidi duas coisas.

1. Trabalhar com coisas na minha vida que me dessem prazer e felicidade.

2. Viver absolutamente de acordo com a minha natureza buscando com isso o máximo de prazer e felicidade.


Aos 19 anos larguei um emprego promissor num banco no qual tinha tido duas promoções em 6 meses e resolvi virar empresário.

Também aos 19 anos decidi não mais ter relações que hoje se chamam relações baunilha e conquistei a minha primeira escrava.

Hoje aos 46 anos, olho para trás e não sinto que deixei nada em aberto. Vivi até agora absolutamente de acordo com o estilo de vida que escolhi viver.

Olho para o meu momento atual e apesar de não ter ainda tudo o que sei que tenho direito, nada é melhor do que não se dever nada. Sou o que escolhi ser e tenho bastante para me manter quase saciado e tranquilo (em todos os níveis).

Olho para o meu futuro e vejo que, andando nesta linha reta e consistente, neste caminho do Dominador guerreiro e conquistador, o horizonte é claro e calmo... e o que vem pela frente vai ser muito mais divertido intenso e profundo.

Sou uma pessoa absolutamente de bem com a vida e em paz com a minha consciência.

Tenho hábito (para alguns um mau hábito) de ver o lado positivo de tudo. As coisas boas eu degusto e das ruins eu tiro lições.

Avaliando tudo... sim, sou feliz.


GLADIUS MAXIMUS









2 comentários:

  1. Daria muita coisa apenas para vê-lo em ação.
    Certamente seria muito mais prazeroso deixá-lo entrar em ação, mas curiosidades são curiosidades...

    Estou adorando o blog. Cada dia vejo que entro mais e mais nesse universo magnífico e cheio de delícias para serem vividas.

    Agradeço ao senhor por me proporcionar minutos incríveis de descobertas.

    Posso tomar a liberdade de deixar um beijo?

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  2. Para se conseguir certas coisas apenas um “por favor” basta... para outras, o custo é uma mudança da vida como a enxergamos.

    Fico feliz em saber que está gostando do Blog e que ele está colaborando com a sua entrada nesse Universo. Essa é a exata razão de sua existência.

    Não me agradeça pelas descobertas. Para mim o ato de transmitir informação é tão prazeroso quanto o ato de descobrir, pois ainda estou aprendendo e descobrindo também.

    Quanto ao beijo... gosto de beijos.

    G.M.

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