Momentos Perfeitos No Tempo – A Minha Festa de Aniversário

Já falei no último Post sobre a origem dessa frase e fiz esse post anterior justamente como uma entrada para descrever a minha festa de aniversário nesse ano de 2008.

E era só para ser uma festa comum, com amigos, bolinho e parabéns no final. Mas a coisa parece que foi criando vida própria e ficou de um tamanho muito maior.

No fundo o que eu queria e consegui, era que por um determinado tempo fossem reunidas pessoas amigas, com seus gostos girando pelo Universo BDSM e proximidades, para que elas vivessem uma experiência de imersão nesse Universo.

Também queria me expor um pouco mais aos meus amigos, fazendo uma espécie de roda de bate-papo e uma cena que demonstrasse de forma bem clara qual era o meu estilo.

Mas como já disse, tudo ficou maior. De repente, várias pessoas se agregaram em um grupo de produção e em pouco tempo minha festinha tinha virado um evento de grandes proporções. Mesmo sendo na noite fria e chuvosa de um sábado, a casa lotou. E lotou com pessoas da melhor qualidade.

Cheguei bem mais tarde do que planejara, pois o trânsito resolveu não colaborar. Quando adentrei no Dominna, fiquei surpreso com a decoração. Minha amiga Gata Selvagem tinha cuidado disso entre outras coisas. Arranjos de flores, tecidos, iluminação e velas. Segurança, portaria e garçons uniformizados. Meu bom amigo DJ Leandro preparou a sala principal com luzes especiais, efeitos de fumaça e ainda uma trilha especialíssima para a festa e também para a minha cena de aniversário.

Rapidamente preparei o aparato necessário para a minha cena de aniversário e comecei a circular entre os convidados. Eu percorria o Dominna de cima a baixo parando nas mesas, brincando com os amigos e recebendo os que chegavam. Todos os meus melhores amigos vieram.

Um dos primeiros que vi quando cheguei atrasado foi o sempre sorridente Maestro Alex já com vários amigos que ele trouxe para a minha festa. Duas de suas amigas, que se tornaram minhas amigas também, me honraram em fazer da minha festa a sua festa de despedida pois estavam de viagem para o exterior. Alex prontamente se colocou a disposição.

Estande de tiro

Na masmorra do fundo ouvia uns estalos de chicote e como acontece com muitos de nós, fui atraído magneticamente em direção ao som.. Estava lá meu bom amigo WZ apagando velas com o chicote de três metros. Essa brincadeira de apagar velas com o chicote sem derrubá-las é um excelente exercício para aperfeiçoar o manuseio e afinar a pontaria, pois a precisão é essencial quando o local de impacto não é a chama de uma vela e sim o traseiro de um botton de sorte.

Chicote de 3 metros é para poucos. WZ manda muito bem nele. Depois foi a vez do meu bom amigo TVP (dele ganhei um belo chicote numa lindíssima caixa feita pela minha querida Carol-TVP). O clima era de amigos numa num estande de tiro-ao-alvo. E todos mandando muito bem. TVP que se dizia enferrujado, se desenferrujou em apenas algumas estaladas e aí veio a Bela. Bela em ação é algo único de se ver. Aí, minha mão coçou além do suportável. Minha amiga Maria que estava por ali com seu chicote amaciado e perfeito cedeu o mesmo para que eu brincasse um pouco também. No meu caso específico eu preciso de apenas alguns minutos com uma arma nova. Comecei tentando o estalo de lado, mas a masmorra estava pequena com as pessoas, então fui pelo estilo frontal (o mesmo com o qual a Bela humilha).

Após algumas tentativas infrutíferas, enquanto eu aprendia o balanço daquele brinquedo, as pessoas perderam o interesse em mim, e de repente, logo que controlei o aparato, apaguei as duas velas em seqüência e de forma perfeita. E quase ninguém viu. Ainda bem que um casal de novatos que estava lá na hora serviu de testemunha. Bela olha para a minha face e diz sorrindo: " - faz de novo". Eu peguei o Chicote e desta vez, apaguei as duas velas com uma só chicotada. Todo contentinho sai rápido dali antes que me pedissem para repetir o feito e todos vissem que a obra era fruto de pura sorte.

E de estande de tipo para parque de diversões. Volto a masmorra e vejo Alex fazendo uma linda cena com sua Lara no X. Ver Alex numa cena é um show a parte. Um misto de serenidade e controle. De sobriedade e cuidado. De força e tranquilidade. Maestro Alex é um dos grandes entusiastas do BDSM e faz um belo trabalho no sentido de apresentar este Universo aos seu círculo de amigos pessoais.

Presentes

O garçom informa que uma pessoa me aguarda na masmorra superior, que é destinada à imobilizações com cordas e suspensões. Lá encontro meu bom amigo Master Fred Dom e sua escrava MFD_[margoth] pendurada no teto numa belíssima suspensão. Um maravilhoso presente de aniversário.

Falando em presentes, eu já havia avisado a todos que não seria necessário e que o maior presente para mim seria a presença. Mesmo assim, alguns não apenas me presentearam, mas me deixaram emocionado e sem palavras. Como falei antes, TVP e sua Carolina deram um maravilhoso chicote longo em uma belíssima caixa feita pela Carol (a caixa mais bonita que já ganhei). De minha querida Tâmara japinha ganhei uma caixa daqueles doces explosivos que sabe que adoro. De Babette, uma linda vela ornada como jóia, daquelas que não vou acender nunca. Analy trouxe uma caixa de bombons que ela mesma fabrica. Ficarei redondinho de gordo! Meu querido amigo Carrasco deu uma garrafa de uísque, deixando uma mensagem subliminar que me acha sério demais. Outro que estava nessa de me achar sério demais era o meu bom amigo Maestro Alex que depois de uma cena maravilhosa com sua escrava Lara, disse que tinha na casa dele uma garrafa de vinho de sua reserva especial para mim.

A roda

Conforme planejado, foi feita a roda de bate-papo. Eu estava absolutamente calmo e tranqüilo, preparado para responder a qualquer questão. Eis que minha querida SUADONASP dispara a pergunta inesperada: "- Qual o tamanho do seu órgão sexual?". E toda a minha concentração e tranqüilidade se foram. Tentei a piada do pintinho surpresa, aquela que se diz ao demonstrar o gesto de pequeno com o polegar e o indicador, que ele mole é assim e que duro, e sem alterar o tamanho da medida dos dedos, também é assim. Não adiantou. Todos riram, menos ela, que queria mesmo saber. Aí eu disse, mesmo tendo a informação dessa medida meio desatualizada em mais de 20 anos. Será que essa medida muda com o tempo?

Relaxei em seguida e o papo esquentou. Falamos de verdades, fetiches, vaidades e outras coisas.

Tive intervenções perfeitas de Valquíria Schneider, Bela, Violento, Suadonasp, Deep Purple, Phoenix sub e seu Podom e da minha querida madrinha Rosa Negra. Todos estavam realmente participando. Os temas discutidos foram polêmicos e de interesse geral. E meus objetivos alcançados. Queria fazer as pessoas se juntarem e se comportarem como comunidade. Falando das realidades comuns e do comportamento coerente que deveria ser adotado pelos participantes. Enquanto isso, LaFemme, minha leal pantera filmava a tudo.

Comportamento

Essa era a palavra chave dessa festa. Enquanto todo o grupo estava focado na produção eu estava preocupado com outra coisa. Eu estava tranqüilo quanto a festa no geral, LaFemme estava a frente de um grupo competente e detalhista me dando a certeza e segurança de que a parte logística do evento seria bem trabalhada.

Lembro-me de que enquanto vinha do Rio para São Paulo de carro, LaFemme me questionava em relação ao todo. Ela não entendia essa minha tranqüilidade. E eu dizia a ela, querida, vocês vão dar conta de tudo, meu foco é apenas um, fazer dessa festa uma oportunidade para que as pessoas se comportassem com a liberdade plena que o universo BDSM proporciona. E cheguei perto disso. Pelo menos dei o exemplo e vi alguns nesse ritmo.

Sonho

Meu sonho é que no espaço maravilhoso e perfeito do Dominna proporcionado pela Bela, Loba, Valquíria e Leo, nós tenhamos reuniões dinâmicas onde muitas coisas aconteçam. Onde todos tenham a liberdade de trazer à tona as suas verdadeiras naturezas em sua plenitude. Trazer um pouco da verdade que só vivem na alcova para um ambiente temático e controlado. Esta festa me estimulou a caminhar nessa direção e estou pensando seriamente em promover encontros e reuniões com esse nível de intensidade periodicamente.

Depois do bate-papo, descemos para os parabéns. Todos se reuniram na sala principal e não sabiam da surpresa que havia reservado para eles. Estando todos posicionados, começou o mico do "parabéns a você". Depois daquela parte em que sempre mudam o final para algo não mencionável aqui, pedi a atenção para dizer algumas palavras. Agradeci a presença de todos e principalmente a Bela, Loba, Valkíria, e Leo pela colaboração que foi essencial para o sucesso da festa. LaFemme, além de dar o poder que me faz ser o que eu sou, e de ter me servido de forma eficiente, deu também a possibilidade de viver um dos momentos mais intensos que já tive a oportunidade de experimentar.


Cena – Prelúdio - Entrega

O que vou descrever aqui é a cena pelo meu ponto de vista. Se algum dos que estavam lá na hora puder descrever o que viu nos comentários, eu ficaria muito feliz.

Sempre começo minhas cenas com uma respiração longa e profunda. Com isso crio a sensação de estar cruzando um tipo de linha para um território onde sou pleno e o resto passa a não existir.

Logo depois disso meu foco está completamente em cima de LaFemme. Meu prazer é inundar essa fêmea de prazer. Meu objetivo é trazê-la comigo nessa montanha-russa, de conduzi-la por caminhos de intensidade desconhecidos e profundos. A quero completamente conectada comigo, cada fio dessa marionete presa a ponta de meus dedos.

Depois que cruzo a linha, a observo: ela veio comigo, está com os olhos baixos, trêmula. É a hora que perde a força das pernas e cai de joelhos. Olha para os meus pés fixamente. E vai desmoronando lentamente na direção deles. Eu prolongo um pouco essa agonia dando um ou dois pequenos passos para trás. Ela já deitada no chão estica o braço e pega meu pé esquerdo, leva seu rosto até ele e com ele acaricia o couro do sapato, beija e vai ao outro pé, repete a ação e como uma gata manhosa se enrosca entre as minhas pernas.

Esse primeiro momento é particularmente prazeroso para mim. Ele é o reconhecimento do meu valor pela minha posse e a demonstração da entrega completa e verdadeira.

Cena – Primeiro Ato – Soprando o braseiro

É uma cena e não uma sessão de alcova. Sou muito sexual na minha forma de dominar e possuir. Mas nesse dia em especial eu queria mostrar um pouco da intensidade e verdade que tenho para mim e quem sabe, transferir um pouco dessa intensidade para alguns.

A peguei pelos cabelos e a coloquei em pé, em seguida comecei a manipular seu corpo. Minha manipulação é daquelas que deixam mais marcas roxas do que spanking, mas meu foco nunca é a dor e sim o prazer. O corpo e a mente de LaFemme já estão mapeados. Conheço o corpo dela como um virtuose conhece o seu violino. Com LaFemme já passei do ponto de interpretar qualquer melodia, com seu corpo, já posso criar sinfonias e obras primas.

Pressionei seu corpo contra a parede com o meu. Falava dentro de seu ouvido baixinho, aquelas coisas que, segundo Nelson Rodrigues, toda a mulher gosta de ouvir. Fui tocando, pegando, apertando, acariciando e aos poucos aumentando o nível de prazer.

Quando a toco, seja onde e como for, faço para intensificar o prazer. E vou alternando sistematicamente, dor e prazer para deixá-la em um completo êxtase. Quando percebi que ela já estava completamente entregue, a pendurei na escada por pulseiras de couro que estavam na ponta de cordas de nylon.

Apesar disto ser muito bonito dentro da estética temática do BDSM, naquele momento tinha uma razão bem prática. LaFemme simplesmente não consegue se manter em pé nesses momentos. Os braceletes só tinham a função de mantê-la em pé.

Cena - Segundo Ato - Suspensão

Ela nas minhas mãos, e eu a envolvendo nesse misto de prazer e dor. Peguei minha melhor faca, afiada como uma navalha, e passei para a próxima etapa. Nessa etapa fiz pelo menos cinco mulheres me odiarem, pois peguei a faca e comecei a transformar em tiras o belíssimo vestido de lantejoulas de LaFemme.

Fui cortando, manipulando, cortando, acariciando, cortando, mordendo, cortando e possuindo. No meio dos cortes, risquei duas letras bem no meio de suas costas. Um G e um M.

Quando o vestido estava reduzido a uma pilha de trapos no chão, peguei dois floggers de couro, juntei-os em uma mão e iniciei o aquecimento para o próximo ato. Comecei bem leve. Fazendo com que os floggers lambessem aquele corpo que se contorcia. A princípio de forma leve e pausada, ainda alternado com palmadas, mordidas e carícias.

Depois de aquecida passei para um nível de força maior, concentrando o spanking na área das costas e nádegas. Ela, pendurada ali, apenas com uma calcinha branca, acesa pela luz negra, formava uma imagem perfeita, digna de ser tema de uma pintura.

Cena - Terceiro Ato - Elas

Tenho um respeito particular com algumas pessoas que por sua história, competência, e tratamento comigo, me fazem tê-las por perto e nessa festa resolvi presentear a essas mulheres com algo que me pertence.

Uma das máximas do empréstimo no Universo BDSM é que só podemos emprestar o que nos pertence de verdade. E para demonstrar essa verdade do BDSM decidi emprestar o corpo de LaFemme para que minhas queridas amigas demonstrassem do que são capazes. Foi o meu presente para elas.

Foi uma demonstração do que a Dominação feita com qualidade é capaz de fazer com uma mulher que não é masoquista e não sente prazer apenas com a dor. Uma pequena mostra do que o elo verdadeiro faz.

E pela ordem, chamei Loba Domme, Valquíria Schneider, Mistress Bela e SuaDonaSP. Sem perder o contato com minha peça, a coloquei a disposição para que minhas queridas se divertissem também. Loba preferiu spanking com as mãos nuas. Valquíria demonstrou a sua habilidade com o relho. Bela demonstrou sua técnica com chicote longo. SuaDona inovou fazendo uma cena de spanking usando rosas.

Todas mantiveram o foco no prazer e mantiveram LaFemme envolvida nesse êxtase que eu a tinha levado.

Cena – Final Apoteótico

Para o final eu guardei uma surpresa. Com a participação da Gata Selvagem eu apaguei quarenta e quatro velinhas, correspondentes a minha idade no corpo de LaFemme.

Primeiro derramei muita cera de duas velas grandes nas costas para que a transição do spanking para as velas não diminuísse o êxtase. Depois a Gata ia acendendo uma a uma e me passando. Fui apagando uma a uma, pelas costas, nádegas e sola dos pés. LaFemme sente um prazer particular em calor nos pés e isso serviu para aumentar a intensidade.

No fim, removi a cera remanescente com os floggers e com minha faca. Ela estava literalmente consumida e extasiada. Mas se aguentando em pé. A cena parecia terminada, todos começaram a relaxar. Então tive a ideia de cortar as cordas com a faca, para que LaFemme se soltasse rápido e pudesse relaxar.

Perguntei a ela baixinho, se ela se aguentava em pé, pois iria cortar as cordas. Tanto eu como ela pensávamos que seria um corte básico, somente para soltar mesmo. Mas algo aconteceu comigo que não somente me surpreendeu, mas também a ela e a todos os presentes.

Não sei bem explicar o que e nem por que fiz aquilo. Algo percorreu meu corpo como se toda a minha natureza viesse à tona de uma só vez....

saltei...

e cortei as cordas todas de um só golpe de faca.

LaFemme cai desfalecida em completo torpor de prazer...

aos meus pés... olhos semi-cerrados... eu só vejo a ela... só ela existe naquele momento... eu definitivamente a libertei com a escravidão...

eu em pé sobre ela...

aplausos.

9 comentários:

  1. Anônimo22.10.08

    ....SIMPLISMENTE...

    FANTASTICO!

    beijos
    loka pela lua

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  2. vestida de lua22.10.08

    Parabens a ambos, foi a coisa mais linda q ja vi...
    respeitosamente
    vestida de lua

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  3. Queria ter estado la...
    Lendo seu post Senhor foi dificil nao permitir que aflorascem por aqui as saudades dos amigos, da casa e uma vontade imensa de ter estado presente nessa noite especial.
    Mas espero pela festa do proximo ano.^^

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  4. Reler é reviver.

    Eu estava presente. Fui testemunha de uma cena belíssima, com a qual nosso Universo BDSM foi brindado. Uma cena de entrega, tensão e foco em meio a um clima que, se minutos antes, era de confraternização e camaradagem, passou a ser de silêncio, observação e cumplicidade: deles para conosco e de nós para uns com os outros. Todos estarrecidos, enlevados, embasbacados !

    O aniversário foi do GLADIUS, mas essa lembrança vai permanecer na degustação visual q fizemos, para não citar os outros sentidos todos revirados !

    Foi assim um 'petáculo ! ;o)

    Parabéns

    Phoenix

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  5. Parabéns pelo seu Aniversário antes de mais nada.
    E parabéns principalmente ,não só pela magnífica cena e festa ,tão bem relatada ... Mas por por sua vivência e coerencia no Universo BDSM . Suas palavras sempre o traduzem , juntamente com suas vivencias e posturas ao longo dos anos.É porisso que o admiro e parabenizo

    doce dama

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  6. §rosa negra*23.10.08

    Afilhado querido, vc fez por merecer cada presente e todo carinho que recebeu e sua festa.
    Há muito tempo eu não me emocionava como naquela noite.
    Foi lindo!
    Mais que isso, foi verdadeiro. Cada gesto, cada expressão, cada chicotada.
    BDSM da maior qualidade.
    Parabéns querido, espero que a semente plantada ali, cresça e se fortaleça a cada dia na mente de todos.
    Beijos
    §rn*

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  7. Anônimo9.1.12

    Eu venho explorando o blog do Senhor com tanta sede, que passo horas e horas lendo.
    É como se eu estivesse presente no dia do seu aniversário, nunca ninguem conseguiu com que eu sentisse o que acabei de sentir com esse relato digo que estou maravilhada e saciada, pelo menos por hj...
    Parabéns!!
    Beijos
    Nina

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  8. é a Primeira vez que paro para ler o blog do Sr, e me apaixonei aqui, a forma que o Sr escreve e como se estivesse estado no local, me fez frissons e algo mais rsrsrs, adorei os textos e resolvi postar um parabéns neste aqui Sr, muito bom mesmo

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  9. fico sempre fascinada com essas coisas; passe o tempo que passar...

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